| IDGC cria curso
de Tecnologia da Informação para setor
jurídico
A necessidade de se atualizar com as novas tendências
do mercado e os avanços tecnológicos atrelados
a elas é, hoje, uma preocupação
comum em todas as áreas profissionais. Pensando
nisso, o grupo de estudos jurídicos da Associação
Profissional dos Bibliotecários de Pernambuco
(APBPE) sugeriu ao IDGC (Instituto para o Desenvolvimento
de Tecnologias em Documentos e Gestão do Conhecimento)
a idéia de montar um curso que envolvesse assuntos
relacionados ao Direito, Arquivologia e Tecnologia da
Informação.
De acordo com Ricardo Lima, Diretor do IDGC, a proposta
baseado nas necessidades específicas dos bibliotecários
que atuam na área jurídica foi um desafio
extremamente gratificante para o IDGC. E da idéia
do grupo, o Instituto criou o Curso de Atualização
em Tecnologias da Informação para a Gestão
de Documentação Jurídica, promovido
de 12 de março a 5 de junho, no auditório
da Softex Recife, no Bairro do Recife.
O curso foi dividido em módulos, sendo o primeiro
com assuntos jurídicos, o segundo sobre arquivologia
e o último sobre Tecnologia da Informação.
Para Edilene Silva, presidente da APBPE, as aulas foram
extremamente importantes, pois existiam pessoas que
trabalhavam na área jurídica que não
tinham nenhuma noção de Direito e de tecnologias
usadas na função.
Segundo Roseane Brito, diretora do Departamento de
Documentação e Biblioteca do Tribunal
de Contas do Estado de Pernambuco, a parceria do IDGC
com a APBPE viabilizou para as pessoas que trabalham
no setor uma visão mais geral da área,
possibilitando um melhor entendimento sobre o assunto.
“Existe uma integração entre o Direito,
a Documentação e a Tecnologia da Informação,
pois estamos vivendo num mundo virtual. É importante
se capacitar porque as coisas estão avançando
numa velocidade absurda e se não acompanharmos
essas mudanças seremos engolidos”, disse.
Também participaram do curso pessoas que trabalham
em escritórios de advocacia, como foi o caso
de José Emerson Chaves. Ele trabalhava liberando
dossiês e afirmou que não tinha nenhum
conhecimento no setor. “Era apenas um trabalho
mecânico. O curso abriu minha mente e hoje tenho
uma noção mais geral da importância
desses documentos e como será o futuro da minha
profissão com a implantação da
digitalização”, explicou.
Os 31 participantes avaliaram o curso como bastante
proveitoso. A média de avaliação
geral foi de 8,5. Quando os avaliados foram os instrutores,
a média subiu para 9,0.
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